PSDB

"Longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas"



terça-feira, 21 de outubro de 2008

EVO, MUY AMIGO


olha só como Lula aplica nosso dinheiro!!!


Chamado por Lula de “irmão mais novo”, Evo Morales vem sendo tratado pelo Brasil à base de pão-de-ló. Em retribuição, a Bolívia oferece o descaso.

Em resposta à desatenção de La Paz, Brasília acentua a generosidade. O último gesto de apreço de Lula ganhou contornos monetários.

Em protocolo assinado no dia 17 de julho de 2008, o Brasil concedeu à Bolívia um empréstimo de US$ 230 milhões. Em reais: R$ 483 milhões.

Não é coisa de irmão para irmão. Nem de pai para filho. É negócio de avô para neto. O prazo de resgate da dívida é de 20 anos.

O prazo de carência é de quatro anos. Significa dizer que, nesse período, o governo Evo não precisará desembolsar um mísero ceitil.

O dinheiro do contribuinte brasileiro vai untar projetos de infra-estrutura no território boliviano. Financiará a exportação de bens e serviços.

Um pedaço do crédito (US$ 199 milhões) sairá do BNDES. A taxa de juros é açucarada: 3,15% ao ano.

O naco restante (US$ 31 milhões) escoará do Proex, um programa voltado ao financiamento de exportadores brasileiros. Os juros são ainda mais adocicados: 2,07% ao ano.

Os dados constam de um documento oficial do Itamaraty. Tem 11 páginas. É datado de 19 de setembro de 2008. Traz a assinatura do chanceler Celso Amorim.

Trata-se de uma resposta do Executivo a um requerimento de informações do deputado Raul Jungmann (PPS-PE), membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

O documento está disponível no blog do deputado. Leia a íntegra aqui.

Amorim utiliza uma linguagem macia. Ainda assim, o texto é revelador. Expõe em minúcias o descompasso que permeia as relações bilaterais entre Brasil e Bolívia.

Eis alguns exemplos:

1. Regularização de ilegais: Brasília e La Paz firmaram, em 2005, um acordo de regularização de imigrantes.

Desde então, 42 mil bolivianos que viviam ilegalmente no Brasil tiveram a situação regularizada. A Bolívia não entregou papéis a nenhum brasileiro.

Decorridos três anos da assinatura do acordo, a gestão Evo alega que os dados sobre a comunidade brasileira ainda estão sendo recolhidos.

Há, por ora, míseros 63 processos de regularização abertos. Nenhum deles resultou ainda em regularização efetiva da situação de patrícios que se aventuram na Bolívia.

2. Reforma agrária: Brasileiros que plantam soja e criam gado em Santa Cruz de La Sierra convivem, desde novembro de 2006, com o risco de perder suas terras.

Serão alcançados pela reforma agrária de Evo. O Itamaraty diz que “acompanha com atenção”. Alega que o início do processo depende da ratificação da nova Constituição.

3. Faixa de fronteira: Famílias de pequenos agricultores brasileiros sobrevivem do cultivo de terras na zona de fronteira, sobretudo em duas localidades: Beni e Pando.

São 336 famílias –243 compostas integralmente por brasileiros; 93 integradas por casais em que um dos cônjuges é boliviano.

La Paz decidiu remover essas famílias de sua fronteira, que considera zona de segurança. As que têm bolivianos devem ser incluídas no programa de reforma agrária.

As outras são consideradas “vulneráveis”. Para socorrê-las, o Planalto enviou ao Congresso, em abril de 2007, medida provisória liberando R$ 20 milhões.

Foi aprovada a toque de caixa na Câmara e no Senado. Em novembro de 2007, o Itamaraty depositou o dinheiro na conta da embaixada brasileira em La Paz.

A despeito da pressa, nenhum tostão foi aplicado até agora. Em maio, a Bolívia fez uma proposta de reassentamento das famílias. Longe da fronteira.

O Brasil não gostou. Prepara, segundo Amorim, uma “contra-proposta”. Quando fica pronta? “Em breve,” limita-se a informar o chanceler.

4. Drogas: ONU “divulgou relatório que indica aumento na produção de coca na Bolívia pelo quinto ano consecutivo”, anota Amorim. Algo que preocupa enormemente o Brasil.

A Bolívia é grande fornecedora de matéria-prima para a cocaína que abastece praças como o Rio e São Paulo e é exportada para outros países a partir do Brasil.

O vizinho vinha se recusando a compartilhar informações com o Brasil e com os organismos multilaterias de combate ao narcotráfico.

Amorim informa em seu texto que, agora, a Bolívia “tem buscado reforçar sua imagem de país comprometido com a luta contra o narcotráfico (‘Cocaína cero’)...”

“...Ainda que mantenha sua política da valorização da folha de coca como expressão do patrimônio cultural”.

É a segunda vez que o Itamaraty remete à Câmara relatório sobre Bolívia. O texto anterior, já noticiado aqui, fez aniversário de um ano.

Fora motivado por um outro requerimento de informações do deputado Raul Jungmann. Relatava os mesmíssimos problemas. Dava conta da mesma ausência de soluções.

Entre um e outro relatório, produziu-se uma única e escassa novidade: o novo mimo de Lula a Evo, materializado no empréstimo de US$ 230 milhões.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

A CRISE MUNDIAL


Uma crise (inter) nacional
SÉRGIO GUERRA

Lula perdeu a chance de preparar o Brasil para a crise. E o país depende agora de duas habilidades que seu governo ainda não mostrou
VIVEMOS UM momento de angústia com o impacto da crise financeira internacional sobre o Brasil. Na crise, a queda da Bolsa brasileira em dólares só encontra paralelo na russa. A desvalorização do real equivaleu a mais de seis vezes a média das economias emergentes.O governo brasileiro reagiu tarde e mal à crise. O Banco Central levou dias contemplando o mercado em pânico. Depois, começou a torrar dólares de reservas para tentar segurar o câmbio e assumir riscos da desvalorização cambial. Procura até uma justificativa para a nova escalada dos juros, os maiores do planeta, quando o razoável seria reduzi-los, como os bancos centrais pelo mundo afora estão fazendo.Uma medida provisória, o Proer do presidente Lula, deu ao Banco Central capacidade inédita de adquirir bancos em dificuldades. É claro que algo de errado aconteceu na supervisão bancária até agora. Mas a medida provisória não delineia um programa ordenado de reestruturação bancária.Aprender com a experiência bem-sucedida do governo Fernando Henrique ajudaria a minimizar o risco de má gestão dos recursos públicos em programas desse tipo.Era óbvio que a crise se espalharia a partir do colapso do sistema de financiamento residencial americano.Mas, justamente nos últimos meses, o governo detonou dois sustentáculos da estabilidade, começando pela política deliberada do Banco Central de continuar valorizando o real, acelerando vertiginosamente as importações, freando as exportações e ajudando a disparar as remessas de lucros. Por isso, houve crescimento rápido do déficit em transações correntes, apesar das relações de troca altamente favoráveis ao Brasil.Agora, depois da farra cambial, o que ocorrerá diante do declínio dos preços de nossas commodities?Segundo, o quadro fiscal tende a se deteriorar no curto prazo, justamente quando os efeitos da crise passarão para o lado real da economia.Seria preciso manter o crescimento das receitas reais da União num impossível 9% ao ano para absorver a expansão irresponsável dos gastos de custeio e pessoal da máquina federal e manter o superávit primário.Porque o governo Lula não quis ou não soube, quando teve chance, conter a escalada dos juros e a apreciação insustentável do real, temos agora de arcar com as conseqüências de uma maxidesvalorização cambial e de uma ameaça de crise financeira.Ao mesmo tempo, de forma curiosa, procura tripudiar sobre os exportadores que sofreram perdas devido à interrupção das linhas de financiamento externo.Mas foi o próprio Banco Central, com sua política monetária, que induziu os exportadores a especular no câmbio futuro, para que ficassem quietos e compensassem no ganho financeiro o prejuízo causado pelo câmbio supervalorizado.O esquema era simples: o exportador antecipava a receita de suas vendas tomando empréstimos em dólares, convertendo-os em reais e desfrutando das maiores taxas de juro do mundo; ganhavam também na liquidação dos empréstimos em dólares, pois compravam os dólares com reais mais valorizados. Essa foi a Bolsa-Cassino "made in" PT.E a farra fiscal dos últimos anos? O governo foi sócio preferencial dos bancos na temporada de lucros gordos. Mais de um terço do aumento da arrecadação da União neste ano veio do setor financeiro.A crise, diminuindo a lucratividade e o movimento do setor, comprometerá o desempenho da Receita Federal, antes mesmo de espalhar prejuízos na economia real.Outra parcela importante do aumento da arrecadação veio do setor automobilístico, cujas vendas a crédito cresceram muito alavancadas pela extensão dos prazos de pagamento e agora sente o repuxo de uma espécie de "subprime" caboclo.Enfrentar a retração da receita exige rever decisões que impõem aumentos da despesa nos próximos anos, extrapolando o atual mandato presidencial, além de reduzir o gasto na proposta orçamentária para 2009, contingenciar preventivamente dotações do Orçamento em curso e revogar restos a pagar ainda em aberto de exercícios anteriores.O governo perdeu a chance de preparar o Brasil para a crise. Num aspecto, estamos piores do que a própria Argentina, que não tem déficit na conta corrente do balanço de pagamentos nem déficit fiscal."A crise é do Bush, não é minha"."Aqui, se a crise chegar, vai ser uma marolinha". O talento do presidente Lula para se esquivar de responsabilidades é conhecido. Mas o país depende agora de duas habilidades que seu governo ainda não mostrou: firmeza e competência para tomar decisões difíceis e capacidade de negociação transparente e baseada no interesse nacional.

SÉRGIO GUERRA , economista, é senador da República pelo PSDB-PE e presidente nacional do PSDB.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

É FRUTO DO DESESPERO


TOMADA PELO DESESPERO, EM VIRTUDE DA DESPENCADA NAS PEQUISAS, MARTA ESTÁ APELANDO PARA A POLÍTICA RASTEIRA E VULGAR, QUE É LEVANTAR FOFOCAS COM A INTENÇÃO DE ABALAR A CAMPANHAR DO DEMOCRATA KASSAB.
É COISA TÍPICA DESSES PTralhas, QUANDO A COISA APERTA UTILIZAM AS MAIS BAIXAS TÉCNICAS.


81,3% foi a vantagem que colocamos de goela abaixo na Governadora Ana Júlia e toda sua corja, bem eles achavam que o Pres. Mula iria influenciar em alguma coisa em Paragominas.
VALEU PREFEITO ADNAN.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Luto: Perdemos Dona Ruth Cardoso.




Primeira-Dama Ruth Cardoso deixará saudades.


O luto e a dor de perder uma referência nos impede de redigir um texto a altura da nossa sempre primeira-dama Ruth Cardoso que nos deixa aos 77 anos.
(folha) Ela havia recebido alta na segunda-feira (23) do hospital Sírio-Libanês, na Bela Vista (região central de São Paulo). Segundo reportagem da Folha, a ex-primeira-dama foi internada após sentir fortes dores no peito.
O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse em entrevista à Folha Online que Ruth Cardoso morreu em casa. Antes, teria desmaiado. Fernando Henrique também estava em casa.
Segundo o tucano, a sessão solene prevista para as 11h de quarta-feira (25) no Senado em comemoração aos 20 anos do PSDB foi cancelada.
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), decretou luto de três dias no Estado. Após a confirmação da morte, o tucano foi até o apartamento de FHC, em Higienópolis, para prestar solidariedade ao ex-presidente.
(Ruth Cardoso: Exemplo de Brasileira)

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Alckmin é o candidato do PSDB.


Após meses de debate internos a Convenção do PSDB, com chapa única, escolheu Alckmin como o candidato oficial do PSDB na Capital.
A chapa “Democratica”, que defenderia a manutenção da aliança, fora retirada na madrugada do Sábado para Domingo.
Agora todas as correntes deverão reunir forças contra o adversário comum: o PT do Mensalão e da Martaxa.
A redação.

O ex-governador Geraldo Alckmin afirmou neste domingo, durante convenção que oficializou sua candidatura à Prefeitura de São Paulo, que é natural um partido forte como o PSDB ter posições divergentes, mas destacou que as “divergências acabaram”.

Ontem, o grupo tucano pró-Kassab decidiu retirar a chapa inscrita na convenção com o propósito de apoiar a reeleição de Gilberto Kassab (DEM).
“É muito natural que, num partido forte como o PSDB, haja posições divergentes. Mas o tempo da divergência acabou. Eles [os vereadores kassabistas do PSDB] todos contarão comigo. Vou trabalhar por eles e a nossa bancada vai crescer”, afirmou Alckmin.


O tucano destacou ainda que a decisão da bancada kassabista de retirar a chapa não teve interferência de cima. “A decisão da minha candidatura veio da base.”
Ele afirmou também que a participação do governador José Serra (PSDB) em sua campanha será decisiva. “Eu sempre apoiei o Serra, não tenho nenhuma divergência política contra ele. O Serra terá papel decisivo para a campanha.”


Alckmin disse que não criticará o atual governo durante a campanha e que apresentará propostas, principalmente, para solucionar o problema do trânsito e do transporte público na cidade.
“Eu não vejo o Kassab como adversário político e respeito o DEM pela candidatura própria”, disse. Ele voltou a afirmar que, se eleito, cumprirá o mandato de quatro anos.

Convenção


A bancada kassabista do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo decidiu não participar da convenção tucana que referendou o nome de Alckmin à prefeitura da capital paulista.
“Estamos chateados pois estamos trabalhando contra nossa tese, mas a decisão não foi por imposição, fomos convencidos a recuar em favor de um bem comum”, disse o líder tucano na Câmara dos Vereadores, Gilberto Natalini. “Abdicamos de uma vitória certa”, reiterou.
Segundo ele, mais de 500 delegados do PSDB já tinham se comprometido a votar pela chapa democrática. Ele afirmou que o grupo pró-Kassab atendeu ao apelo do presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).


Natalini disse ainda que Serra não participou diretamente da decisão da bancada. O vereador também falou sobre a reação de Kassab à decisão. “Kassab tem conduzido o programa do PSDB no governo de forma irreparável. Ele tomou uma decisão de distância e não houve nenhum constrangimento.”


Segundo Natalini e o secretário de Esportes de São Paulo, Walter Feldman, os secretários tucanos da gestão Kassab ficam na prefeitura até o final do mandato. “Vamos continuar a apoiar o governo em São Paulo comandado pelo democrata Kassab. A cidade não pode ser traída por uma debandada tucana”, afirmou o vereador.
Feldman, por sua vez, disse que, a partir de agora, os vereadores tucanos apoiarão a decisão do PSDB e que o partido vai unido na disputa para derrubar a adversária do PT, Marta Suplicy. “É uma situação de tristeza e perplexidade. Muitos militantes do PSDB se viram sem uma chapa para votar.”

sexta-feira, 20 de junho de 2008

NOVA PRAÇA CÉLIO MIRANDA


NÃO PERCA NESTA SEXTA - FEIRA DIA 20 DE JUNHO, COM INÍCIO AS 19 HORAS A GRANDE INALGURAÇÃO NA NOVA PRAÇA CÉLIO MIRANDA, MAIS UMA PROMESSA DE CAMPANHA DE NOSSO PREFEITO ADNAN QUE SE CONCRETIZA.

GRANDE SHOW COM A BANDA VÔO LIVRE.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

VOTE EM MIM!!!



1)Quero entrar na vida política como começo?



Tome a iniciativa na escola.


Todo estudante tem direito a um grêmio na escola. Sua escola não possui um? Então taí uma boa oportunidade para começar sua carreira política! O grêmio, em geral, serve para organizar atividades esportivas e culturais e defender os interesses dos alunos junto à direção da escola. Para Thiago Franco, presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), a participação política dentro da escola é muito importante: "No grêmio, o jovem aprende a lidar com situações de conflito e vive um verdadeiro exercício de democracia". Apesar de estar dentro da escola, os grêmios são entidades independentes. É claro que os alunos sempre consultam a diretoria, mas têm poder de decisão. Agora, se você se tornar presidente de um grêmio, tome cuidado com as suas atitudes. Como qualquer entidade política, se os alunos não estiverem satisfeitos com a direção, podem pedir uma assembléia geral e votar até um impeachment!


Passe para um nível superior.




Na faculdade, a história não muda muito. A carreira política passa pelos centros acadêmicos (CAs), que representam os estudantes por curso ou faculdade, e pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE). Os CAs são as unidades de base do DCE, que, por sua vez, representa todos os estudantes da instituição - uma universidade, por exemplo. Qualquer aluno tem voz e voto nas reuniões do DCE, mas, para fazer parte da diretoria e ganhar evidência política, é outra história. Você precisa formar uma chapa e inscrevê-la na época das eleições. Uma dica: quanto mais membros de diferentes cursos você reunir, maior será a representatividade da sua chapa e, claro, a sua chance de ser eleito para o DCE.


Saia dos limites do campus.




Se você não quer terminar sua carreira só em discussões com reitores, é bom fazer barulho também fora da escola. O movimento estudantil foi fundamental em importantes momentos da história do Brasil, como nos protestos contra o presidente Fernando Collor, em 1992. "O movimento estudantil é o primeiro contato que podemos ter com a política de uma maneira mais prática", diz Lúcia Stumpf, diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE).Se você ainda não sabe a diferença entre UNE e Ubes, é bom aprender agora, antes que algum adversário te desmoralize num debate:


Ubes.




Representa estudantes públicos e privados do ensino fundamental ao pré-vestibular. Para fazer parte da entidade, basta estar matriculado em qualquer escola. A cada dois anos, a Ubes realiza um congresso. Todas as escolas são convidadas a participar com o envio de delegados.


UNE.




Representa todos os estudantes universitários. Ao entrar na faculdade, você automaticamente se torna membro a UNE. Assim como a Ubes, a cada dois anos faz um congresso para eleger uma nova diretoria. Qualquer estudante pode se candidatar.


2. Quero entrar num partido político, qual o caminho?



Escolha uma sigla.




O Brasil possui mais de 20 partidos políticos e cada um deles tem uma ideologia própria - ou deveria ter... O partido ideal para você é aquele que defende idéias parecidas com as suas e não o que possui mais filiados ou candidatos eleitos. Antes de escolher um, procure conhecer as propostas de todos que te chamam a atenção. Essas informações podem ser encontradas nos diretórios estadual e municipal ou no site dos partidos. Em geral, o endereço virtual deles é http://www.sigladopartido.org.br/.


Filie-se ao partido.




Para se filiar, você precisa ter título de eleitor, ou seja, pelo menos 16 anos. Antes dessa idade, dá para participar das brigadas mirins dos partidos, mas isso não conta como uma filiação de verdade. Com o título de eleitor na mão, o processo é simples: basta ir a um diretório regional levando seus documentos pessoais. Em alguns casos, é possível se filiar até mesmo pela internet. "A juventude costuma entrar ou por meio dos sindicatos, quando começam a trabalhar, ou, como é mais comum, por meio do movimento estudantil", afirma Marlene da Rocha, secretária nacional de formação política do PT. A maior parte dos partidos tem um diretório jovem para dar mais oportunidades aos "calouros". Ao entrar nessa, você ajuda e é ajudado pela sigla:
Contribuição Se você já tiver um emprego, poderá ter que dar uma contribuição financeira mensal ao partido. A quantia varia conforme a sigla.
Experiência Os membros dos diretórios jovens estão em contato direto com políticos mais experientes e ganham o direito de participar das reuniões partidárias,quando podem expressar suas opiniões.
Ideologia Ao se filiar, você passa a ter a obrigação de divulgar a ideologia do partido, ou seja, o pensamento e as idéias defendidas pela sigla que você escolheu.


3) Já sou filiado como me torno candidato?




Marque presença.




Não é porque você entrou num partido que já tem vaga garantida para se candidatar numa eleição. A disputa por essas vagas às vezes pode ser tão concorrida quanto um vestibular. Para ser "aprovado" nas convenções do partido, o primeiro passo é seguir três regras básicas:Torne-se aquela pessoa que é conhecida por todo mundo, da secretária ao presidente da siglaAproxime-se dos mais experientes para aprender como se comportar no mundo da políticaApresente propostas novas nas reuniões, o que ajuda a tornar sua cara mais familiar a todosAh, e um lembrete importante! Para concorrer numa eleição, é preciso estar filiado ao partido há, no mínimo, um ano.


Construa uma base política.




Tudo bem, você já é um cara que todos conhecem no partido, mas só irá garantir mesmo uma vaga de candidato se mostrar que tem um bom apoio político. Esse apoio pode vir, por exemplo, de setores do partido, como a ala jovem, ou da região em que você mora. "Os jovens são uma grande força eleitoral, representam mais de 30% do eleitorado. O ideal é tentar ser um representante deles", aconselha Roberto Pross, representante da juventude do PSDB na executiva nacional do partido.É claro que essa base política não se forma do nada. Você é quem a constrói, com idéias e propostas interessantes para garantir o apoio das pessoas que pretende representar.


Concorra ao cargo certo.




Para concorrer a algum cargo, você deve ter 18 anos na época da posse. O que quer dizer que pode se candidatar com 17 anos, desde que, se eleito, seja "de maior" quando for empossado no cargo. Mas o limite de 18 anos só vale para você poder se tornar vereador. Para concorrer aos cargos de prefeito, vice-prefeito, deputado estadual ou federal você deve ter, no mínimo, 21 anos. Para governador ou vice-governador, 30 anos. Com 35 anos, você já tá liberado pra qualquer cargo, inclusive para ser presidente da República!


4.Já sou candidato. Como faço a minha campanha?




Monte um comitê.




O primeiro passo de uma campanha é formar um grupo de coordenação. Contar com a participação de sua base de apoio político é fundamental nessa hora. Por isso, convide seus partidários para esses cargos. A coordenação deve ter pelo menos três pessoas, cada uma cuidando de uma área:Coordenação política Responsável por definir as estratégias da campanha, como os locais de passeatas e de visita a eleitores.Mobilização Cria os eventos da campanha e propõe novas atividades, sempre com a intenção de colocar o candidato em evidência.Finanças É o encarregado de arrecadar os recursos para fazer a campanha. Também presta conta de todos os gastos do candidato.Na luta para arrecadar dinheiro, é preciso se tornar um cara supersociável, promovendo, por exemplo, várias festas de arrecadação de fundos.O valor gasto numa campanha varia muito. Uma candidatura a vereador numa pequena cidade fica em torno de 30 mil reais. Já numa metrópole como São Paulo, pode custar dez vezes mais.


Vá para a TV e para as ruas.




Três meses antes da eleição é hora de usar todas as forças para fazer a candidatura decolar. Quando a propaganda política obrigatória começa a ser veiculada, é o momento de potencializar a imagem que você construiu desde o começo da campanha. Nos raros segundos que você tem para aparecer na propaganda de TV, aproveite para apresentar sua proposta principal e convencer a população de que é um bom candidato. Nada de esculhambar o espaço, acreditando que ninguém vai se importar. Aqueles segundos podem fazer toda a diferença nas eleições!Nessa reta final, também é importante marcar presença nas passeatas do seu partido que tenham a participação de candidatos a cargos importantes, como prefeito ou governador. Como eles chamam mais atenção nas ruas, você pode aproveitar o embalo para distribuir seu material de campanha. Feito isso, é só aguardar o resultado das urnas.Bem, e quando colocar tudo em prática? Olha, em 2008 já tem eleição para vereador... Dá tempo de sobra para você ir preparando o terreno para encarar a maratona política. Só não vai nos decepcionar depois de eleito, né?






Por Lorena Verli

terça-feira, 17 de junho de 2008

Guerra diz ter identificado movimento para desestabilizar Yeda




Guerra diz ter identificado movimento para desestabilizar Yeda


Em nota, PSDB garante apoio à governadora





Brasília (13 de junho) - Em nota divulgada nesta sexta-feira, o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), diz ter identificado um movimento articulado para desestabilizar a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. CONTRARIANDO INTERESSES.
Segundo o tucano, a eleição de Yeda contrariou "interesses e rompeu paradigmas", fato que "desencadeou ações políticas condenáveis e inadmissíveis no quadro democrático". "Como governadora do PSDB, Yeda Crusius pauta sua conduta pessoal e política em princípios de lisura, competência e dignidade, tanto na defesa do estado quando do Brasil", afirma o presidente do partido.No documento, o tucano também rejeita qualquer atitude "pessoal, administrativa e política" que tenha como objetivo atingir a honra de Yeda. E defende a apuração completa de eventuais desvios de conduta no governo do Rio Grande do Sul.
Leia abaixo a íntegra do documento.
NOTA OFICIAL
"O PSDB identifica um movimento articulado para desestabilizar Yeda Crusius, que imprimiu no Governo do Rio Grande do Sul profundas reformas na administração pública e um rígido programa de ajuste fiscal. Sua eleição contrariou interesses e paradigmas, o que desencadeou práticas, procedimentos e ações políticas condenáveis e inadmissíveis no quadro democrático.Como governadora do PSDB, Yeda Crusius pauta sua conduta pessoal e política em princípios de lisura, competência e dignidade tanto na defesa do Estado quando do Brasil O PSDB - ao mesmo tempo em que defende a completa apuração de desvios de conduta - rejeita qualquer atitude pessoal, administrativa e política que objetive atingir a honra de Yeda Crusius. Seu mandato conquistado nas urnas é legítimo e garante à governadora liderança no processo de renovação e reformas que o Estado escolheu.
SÉRGIO GUERRA PRESIDENTE NACIONAL DO PSDB
BRASÍLIA, 13 DE JUNHO DE 2008"

terça-feira, 10 de junho de 2008

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AQUI NO TUCANO, A MARAVILHOSA PRESENÇA DE NOSSO PRESIDENTE ESTADUAL RAIMUNDO RODRIGUES E 1º DAMA(BRINCADEIRA), O PRESIDENTE DO JPSDB BELÉM E O COORDENADOR ESTADUAL PARA ARTICULAÇÃO POLÍTICA DO JPSDB PARÁ.
VALEU AMIGOS.

Mas fotos






fotos da 1º Convenção Municipal do JPSDB












sábado, 7 de junho de 2008


C O N V I T E

Convidamos Vossa Senhoria a participar da Convenção Municipal do JPSDB, onde na oportunidade acontecerá a eleição e posse da primeira diretoria.

Local: Auditório da Câmara Municipal.
Data: 07 de junho de 2008 – Sábado.
Hora: 19:00 horas.





O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo".

Bertold Brecht






Contamos com a sua presença !

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Serra na cabeça entre os parlamentares

ELEIÇÕES 2010

A pesquisa realizada pela consultoria Arko Advice com deputados e senadores sobre a sucessão presidencial (mais detalhes no Radar da edição de VEJA desta semana) revelou que a popularidade de José Serra entre os parlamentares de todos os partidos é de longe maior que a dos seus eventuais adversários em 2010. Serra é o candidato a presidente de 24% dos parlamentares. Aécio Neves vem bem atrás: 11% dos consultados o escolheria presidente da República. Em seguida, estão Ciro Gomes (11%), Dilma Rousseff (4%) e Nelson Jobim (4%).

quarta-feira, 4 de junho de 2008

'EXCLUSIVO: O PT dissipou mais de 30 milhões em dispensas e inexigibilidades de licitação no Detran-Pa'




Por Paulo Zildene



Antes de assumir o executivo do Pará, a governadora, Ana Júlia Carepa [PT-DS], primeira mulher a governar, na história, um dos estados mais rico da federação, mas ao mesmo tempo pobre; fez um acordo, no segundo turno para disputar com Almir Gabriel [PSDB], com Jader Barbalho – PMDB.

No acordo algumas barganhas no estado, caso eleita. E como foi eleita começou a cobrança no dia 2 de janeiro de 2006. Na carta de cobrança: “Fica em meu poder algumas secretarias”.

O apetite de Jader cairia sobre as principais e rentáveis secretarias do estado. Neste caso: Seduc – Secretaria de Educação, Sespa – Secretaria de Saúde do Estado.

A briga começou porque ele não conseguiu abocanhar a Seduc. A turma DS – Democracia Socialista, uma das “facções” petista no estado, esbravejaram para que a secretaria não fosse para as mãos de Jader Barbalho. E não foi.

Mas em compensação a mordida ficou maior. O Detran veio na bandeja de prata para o PMDB. Os acordos de campanha começam a ser cumprido. O preço disso? Um rombo milionário nos cofres do estado, em 2007, com os excessos de dispensas e inexigibilidades de licitação no órgão.

Total da conta? Exatos: R$ 32.636.306,72. É neste contexto que o político paga sua conta. Os acordos escusos por um preço: O sangramento das contas públicas indo para o lado negro e podre da política. E a população? Não sabem como são feitos os acordos para composição política em uma disputa eleitoral.

Nunca no estado um veículo de comunicação conseguiu organizar todas as licitações do estado para ver o tamanho do rombo que são feitos através das licitações.

As licitações são os caminhos mais sujos de tirar o que foi aplicado durante a campanha. A governadora Ana Júlia Carepa investiu em campanha. R$ 5.238.462,05. É muito dinheiro e muito comprometimento político. De algum lugar esse sangramento tem que sair. E o caminho mais viável é através das licitações. Não há outro meio. Os salários que receberão ao longo do mandato não cobrem o investimento feito. É por isso e outras coisas mais que nunca vai existir 100% o pregão eletrônico, uma vez ou outra inibe as negociatas entre os corporativistas.



O pagamento



A fatura do PMDB chegou ao gabinete da governadora a passos largos em 2007. 11 parcelas, com juros e correção monetária pelo apoio de campanha. O investimento “apoio” é a forma mais rentável que se tem noticia. Não existe uma aplicação rentável como acordos políticos. Não existe apoio sem algo em troca. Nunca e jamais vai existir. Para cada acordo e apoio tem uma fatura numérica já expressa. Infelizmente é a verdade.

A fatura
Um dos meses com bastante movimento nas dispensas e inexigibilidades MARÇO: R$ 8.377.772,12 (Oito Milhões Trezentos e Setenta e Sete Mil Setecentos e Setenta e Dois Reais e Doze Centavos).

Os premiados com a fatura



1. Empresa Ticket Serviços S.A. Fornecimento de documentos de legitimação (cartões eletrônicos, magnéticos ou outros oriundos de tecnologia adequada), através de VALES ALIMENTAÇÃO e VALES REFEIÇÃO para utilização em rede conveniada para alimentação de pessoal do Departamento de Trânsito do Estado do Pará. 004/2007 - Diário Oficial Nº. 30878 de 07/03/2007, R$ 1.100.000,00 (Hum Milhão e Cem Mil Reais), perfazendo um valor estimado global de R$ 6.600.000,00 (Seis Milhões e Seiscentos Mil Reais).

2. ALUCAR - Locadora de Veículos LTDA. Prestação de serviço de locação de veículos para o atendimento das necessidades do órgão. 016/2007 - Diário Oficial Nº. 30940 de 05/06/2007. O valor mensal estimado do contrato é de R$ 93.181,00 (Noventa e Três Mil Cento e Oitenta e Um Reais), perfazendo um valor global estimado de R$ 559.086,00 (Quinhentos e Cinqüenta e Nove Mil Oitenta e Seis Reais).

3. Empresa Suspencar Comércio e Serviços LTDA. Prestação de serviços especializados de manutenção preventiva e corretiva de veículos automotores, com fornecimento e substituição de peças, quando necessário, nos veículos que fazem parte da frota do Contratante. 004/2007 - Diário Oficial Nº. 30880 de 09/03/2007, R$ 20.000,00 (Vinte Mil Reais), perfazendo um valor estimado global de R$ 120.000,00 (Cento e Vinte Mil Reais). [onde está à urgência e/ou emergência em realizar um desperdício de R$ 120 mil na manutenção, já que podia fazer uma concorrência? Puro desperdício do erário público]

4. Micro Mídia Informática LTDA. Constitui objeto do presente contrato a solução integrada de Back up, para atender as necessidades do Órgão. 038/2007- Diário Oficial Nº. 31060 de 04/12/2007. O valor global do contrato é de R$ 185.800,00 (Cento e Oitenta e Cinco Mil e Oitocentos Reais).

5. Auto Socorro Carajás. Prestação de serviços de locação de um Guincho, para atendimento das necessidades do Órgão, no que tange o apoio à equipe de Agentes de Trânsito no Município de Conceição do Araguaia. 047/2007 - Diário Oficial Nº. 31061 de 05/12/2007. O valor mensal do presente Contrato é de R$ 19.500,00 (Dezenove Mil).

6. ALUCAR - Locadora de Veículos Ltda. Prestação de serviço de locação de veículos para o atendimento das necessidades do órgão. 041/2007 -Diário Oficial Nº. 31061 de 05/12/2007. O valor mensal estimado do contrato é de R$ 93.181,00 (Noventa e Três Mil, Cento e Oitenta e Um Reais), perfazendo um valor global estimado de R$ 559.086,00 (Quinhentos e Cinqüenta e Nove Mil Oitenta e Seis Reais).

7. American Banknote S.A. Contratação da empresa para a prestação de serviços de personalização, chancelamento, acabamento e inserção do invólucro transparente dos documentos de CRV (Certificado de registro de veículo) e CRLV (Certificado de registro e licenciamento de veículo). 048/2007-Diário Oficial Nº. 31064 de 10/12/2007. O valor mensal estimado do contrato é de R$ 27.500,00 (Vinte e Sete Mil e Quinhentos Reais), perfazendo um valor global estimado de R$ 165.000,00 (Cento e Sessenta e Cinco Mil Reais). Essas empresas são aponta do iceberg, o documento original de todas as licitações, no âmbito de todas as secretarias, ultrapassa as 250 páginas.

Os vícios
O artigo 24 e 25 da lei 8.666/93 são claros, onde diz que só se dispensa ou não se exige, em estado de calamidade pública, urgência, emergência ou coisa parecida. Não é preciso ser expert no assunto para ver que aqui, pode ter havido uma violação a lei de licitação. A empresa Ticket é veterana dentro do Detran. Nem o ex-governador Simão Jatene – PSDB conseguiu tirá-la. Ela se mantém, segundo informações, sob mandado de segurança. Mas alguém deve estar levando por fora para manter o contrato.

A justiça
Não creio que a nossa justiça corporativa faça algo para reverter à situação imoral em que se encontra o estado. Impossível. Para quem absolveu o matador da missionária americana, mas naturalizada brasileira, Dorothy Stang, Waltamiro Moura, o Bida, e não puniu a juíza Clarice Andrade, que deixou uma menor de idade presa com 15 homens por 20 dias, em uma cela, no município de Abaetetuba, fosse pelo menos afastada do cargo por um processo administrativo disciplinar – PAD; imagine um valor tão baixo se comparado com a vida que foi morta e outra violentada no estado do Pará.

Não se espera nada do corporativismo do judiciário do Pará. O máximo que se espera é o TSE, que a todo custo vem apertando o cinto contra os maus políticos. A 1ª medida já foi tomada. A infidelidade partidária já é uma verdade. A 2ª media pode sair do papel: político com processo criminal na primeira instância, provavelmente não vai poder registrar candidatura. Mas enquanto isso, quem paga a conta do acordo político com o PMDB, sou eu, você e todos nós.

postado por Jornalismo Político às 00:30 em 15/05/2008




Perfil de um esquerdista



Pra começo de conversa, muitos não gostam de estudar. Foram péssimos estudantes, a maioria com várias repetições de ano. Mas são de família de classe média, onde sempre sofreram pressão pra “ser alguém na vida”. Como são preguiçosos, sem disciplina, e folgados, precisam arrumar um jeitinho pra se dar bem, e se fazerem passar por coisas que não são.
Fingir que é culto, “engajado”, e “crítico” rende pontos. Assim prestam vestibular sem concorrência, de preferência em um curso de Geografia, Ciências Sociais e História, e começam sua carreira de charlatanismo.
Ali na universidade encontram todas as ferramentas: professores barbudinhos, livros de esquerda, palestras com “doutores” no assunto, e até o assédio de políticos “guerreiros” do PT e do PC do B.
É claro que não estudam nada. Vivem o tempo todo no DCE, deitados no chão, passeando no campus com aquelas mochilas velhas, calças cargo, sandálias de couro, e cabelos ensebados. Alguns começam a se infiltrar nos sindicatos e nas reuniões dos sem-terra. Já começam a se achar revolucionários, e reserva intelectual das massas proletárias exploradas, e da causa revolucionárias.
Assim, se passam por intelectuais, cultos, moderninhos, e diferentes. Sentem-se mais seguros para atacar as mulheres, achando que elas são doidas por esse tipo de gente.
Começa a ver os amigos que estão trabalhando ou cursando engenharia, direito e administração como pobres coitados que não tiveram a chance da “iluminação”.
Como não trabalham e vivem apenas da mesada, estão sempre lisos. Aí começa a brotar o ódio de quem se veste um pouco melhor ou tem um carrinho popular. São os chamados “porcos capitalistas”, ou “burgueses reacionários”.
Começam uma fase mais aloprada da vida quando passam a ouvir Chico Buarque e músicas andinas. Nessa fase já começam a pensar em se tornar terroristas, lutar ao lado dos norte-coreanos, etc. Não usam mais desodorante, e a cada 5 minutos aparece nas suas mentes a imagem de um MacDonald’s totalmente destruído.
Mas é claro que o que querem não é a revolução, isso é apenas uma desculpa. Como são incompetentes para quase tudo, até mesmo para bater um prego na parede, e sentem vergonha de fazer trabalhos mais simples, e são arrogantes o suficiente para não começar por baixo, querem saltar etapas. Querem no fundo a coisa que todo esquerdista mais deseja, mesmo que de forma sublimada: um emprego público!
Mas aí surge um outro problema: é a coisa mais difícil passar em um concurso. É preciso estudar (argh!).
Assim, sonham com a “revolução” proletária, com a tomada do poder por uma elite da esquerda, nas quais eles estão incluídos, obviamente, afinal são da mesma tribo.
Assim, ocupará, por indicação, um cargo comissionado em alguma repartição qualquer, onde ganhará um bom salário para poder aplicar seus vastos e necessários conhecimentos adquiridos durante anos na luta pela derrubada do sistema capitalista imundo.
Nessa fase cortará o cabelo, usará terno, passará a apreciar bons vinhos e restaurantes, e dependendo do cargo, terá até motorista particular. E enfiará a mão sem dó no dinheiro dos cofres do estado. Claro que pela nobre causa socialista e para o bem dos trabalhadores.


ÓTIMO TEXTO QUE ROLA PELA NET JÁ ALGUM TEMPO.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

COMERCIAL CENSURADO PELO GOVERNO

VOCÊ AINDA NÃO TINHA VISTO O COMERCIAL CENSURADO PELO GOVERNO?
POIS É... ELE FICOU EM EXIBIÇÃO APENAS DOIS DIAS, ATÉ O NOSSO "DEMOCRÁTICO" GOVERNO FAZER AMEAÇAS E MANDAR TIRÁ-LO DO AR.
ELES TIRAM, NÓS PASSAMOS.

A quadrilha está quase completa.


Esse preenche todos os requisitos exigidos pelo desgoverno que aí está.

Em 1969, novo ministro do Meio Ambiente era assaltante, comandado por Dilma

Marina Silva, como se sabe, não se bicava muito com Dilma Rousseff, a ministra da Casa Civil. Agora, com a ida de Calos Minc para o Meio Ambiente, Dilma ganha um antigo aliado. E que aliado!
Eles foram companheiros de armas na organização terrorista VAR-Palmares. Na prática, Dilma era sua chefe. Minc, cujos codinomes eram 'Jair', 'Orlando' e 'José', participou diretamente do famoso assalto ao 'cofre do Adhemar': na noite de 18 de julho de 1969, os terroristas invadiram a casa de Anna Gimel Benchimol Capriglione, amante do ex-governador de SP Adhemar de Barros, e levaram um cofre com US$ 2.800.064 (Sim! Quase 3 milhões de dólares!), dinheiro que aliás, nunca mais apareceu, nem mesmo na contabilidade da subversão...
Dilma era o cérebro da operação, junto com Carlos Franklin Paixão de Araújo, mas ela não participou diretamente do assalto porque era considerada 'muito importante' para correr tanto risco.
Minc participara antes, no dia 31 de março de 1969, do assalto ao banco Andrade Arnaud, de onde foram levados 45 milhões de cruzeiros.
Na ação terrorista, o comerciante Manoel da Silva Dutra foi assassinado.

LEIA COM ATENÇÃO PRA SABER QUEM É JULIANA

recebir por e-mail...muito interessante.

Belém, Terça, 20/05/2008.



JULIANA, do passado ao presente, a realidade.

Juliana foi uma menina que muitas gostariam de ser. Bonita, sapeca que só ela, namoradeira, boa de arrasta-pé, enfim, nela havia de tudo um pouco.
Amada pelos pais e irmãos que despertava, entre uma traquinagem e outra, despertava entre todos um misto de curiosidade e orgulho por seus périplos às vezes bastante ardilosos.
Estudou na escola das elites de Macondo, aquela terra provinciana lá nos confins do mundo a qual decidiu estabelecer-se e conquistá-la para si num futuro muito próximo. Mostrou-se combativa frente as mazelas sociais, fruto do pensamento adquirido nas aulas de OSPB. Logo se apaixonou pelo professor, coisa de menina levada da breca, mas seus planos eram bem maiores e então tal paixão logo se esvaiu.
Na universidade conheceu Marx, que a preencheu de teoria socialista. Era briguenta, marrenta, aquela que empunhava a bandeira de luta pela melhoria do serviço público com qualidade e tudo mais que exigisse uma paralisação, um piquete, uma ocupação de prédio, fechamento de rua, lá estava Juliana à frente com palavras de ordem, esgoelando-se debaixo de sol ou chuva.
Graduou-se, prestou concurso público, foi aprovada, migrou rapidamente para a luta sindical onde logo assumiria a frente de luta. Ainda cheia de pensamento marxista, lutava contra a ordem estabelecida gritando para o vento norte e os quatro cantos do planeta que tinha um projeto contra a 'praga' do capitalismo. Doce ilusão.
Em sua trajetória de luta - e como foi à luta -, a piqueteira era sempre a número um numa batalha. Numa greve então, nossa!
Finalmente, entre idas e vindas, ludibriou seu povo, foi de tudo um pouco, começando por baixo. Chegou ao poder anos mais tarde, sem ter projeto político, apenas projeto de poder, coisa que seus antecessores tentaram de se entronizar durante vários anos, repetindo em partidas dobradas o poder de sua terra, Macondo. A tônica era fazer do seu feudo a terra de onde, quem sabe, um dia chegaria à presidência de seu país. Trabalhas? Ora, trabalhar de verdade não era tudo na vida, pois sempre há milhares a quem ludibriar e conseguir espaço no Planalto num cargo eletivo qualquer, desde que lhe conferissem poder.
Tinha também um projeto de ajuda aos seus, mas não aqueles seus mais necessitados - os quais ela beijava suados e ganhava seus votos -, mas os seus de casa, os mais chegados, que incluíam uma penca de ex-maridos, ex-namorados, ex-tudo, cunhadas, irmãos e até as sogras poderiam ter vez e alento de um DAS nas tetas de Macondo.
Juliana, hoje no poder, esqueceu-se do passado, cospe e espezinha aqueles que tanto acreditaram nela. Fala com soberba de sua glória no Olimpo, onde se sente uma deusa. Afinal, é boa de discurso, sabe a arte de ludibriar como poucos políticos sabem enganar para ganhar uma batalha. Agora, açoita desde os justos até os mais fracos. Achando-se a rainha de copas, mandou cortar a cabeça de quem se atreva levantar a cabeça, dá de costas a pobres profissionais da educação do seu povo, para qual não está nem aí.
Juliana traiu seu povo, seus eleitores, só pensa em se perpetuar no poder. Para isso, fecha acordos com antigos inimigos que se tornam amigos desde a infância, a quem chama de amigo. Já em relação aos profissionais de educação, a quem considera meros mortais, age no sentido de matá-los de fome num projeto de longo prazo. Prometeu-os antes das eleições que seria a mulher que faria a diferença e recuperaria suas perdas salariais. Doce ilusão, um engodo que deixa a todos muito triste.
Seu povo observa atônito a piqueteira colocando-os para correr entre ações de sua guarda que usa spray de pimenta, senta o porrete no lombo, mandam balas, e haja bala, sobre aqueles que ousam lhe enfrentar.
Covardes e traidores são sempre iguais, usam de ardil para ludibriar, mas se esquecem que terão seu lugar na história, relegados ao ostracismo, tal qual aconteceu com seus antecessores dos quais ninguém quer nem ouvir falar, por causa dos mesmos erros que cometeram.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

SERRANO DIZ QUE DILMA MENTIU


Serrano defende prorrogação da CPI e diz que Dilma mentiu em depoimento


GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília



A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), presidente da CPI dos Cartões Corporativos, disse nesta terça-feira que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) mentiu ao prestar depoimento à Comissão de Infra-Estrutura do Senado em abril quando disse que o governo não montou dossiê com informações de gastos da gestão Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Serrano disse que houve um dossiê montado pela Casa Civil, o que justifica que a CPI continue suas atividades por mais 30 dias para investigar o caso.
"Houve um dossiê, portanto a ministra Dilma não disse a verdade quando afirmou na comissão que não houve dossiê. Não sabemos quem mandou fazer e o objetivo com que foi feito. É um crime fazer dossiê, resquício do Estado arbitrário. Precisamos de tempo para responder a essas perguntas", afirmou.
Serrano fez um apelo para que os integrantes da CPI aprovem o requerimento para uma acareação de José Aparecido Nunes Pires, ex-secretário de controle interno da Casa Civil, e André Fernandes, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Os dois prestaram depoimento à comissão na semana passada, mas, segundo a presidente da CPI, deixaram pontos contraditórios sobre o v
azamento do dossiê sem explicações. Aparecido é acusado de enviar o dossiê para Fernandes, por e-mail.
"Negar a acareação não é decente. Não compactuamos com nenhum acordo, temos que garantir que a verdade venha à tona inclusive com a lembrança ética do senador Jefferson Péres [morto na última sexta-feira]", defendeu Serrano.


segunda-feira, 26 de maio de 2008

A NOVA


A FRASE MAIS FALADA E OUVIDA EM NOSSO CONGRESSO REGIONAL DO PSDB REALIZADO DIA 24 DE MAIO EM PARAGOMINAS:


ANA JÚLIA JATOBÁ, A MADASTRA DO PARÁ. RSRSRS MUITO BOA

quarta-feira, 21 de maio de 2008

ENCONTRO REGIONAL DO PSDB EM PARAGOMINAS




COMPAREÇA NESTE SÁBADO DIA 24 DE MAIO AS 09:00h NO CLUBE NOVA DIMENSÃO NO ENCONTRO REGIONAL DO PSDB.


ESTAREMOS RECEBENDO A VISITA DE SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS, TAMBÉM DE NOSSO PREFEITO ADNAN, DO ATUAL PRESIDENTE E EX-PREFEITO DE PARAGOMINAS SIDNEY JORGE ROSA, TAMBÉM DO GRANDE HOMEM DEPUTADO BOSCO GABRIEL, SEM FALAR DE ZENALDO COUTINHO E DA COMPETENTE DENISE GABRIEL VEREADORA REELEITA DE NOSSA CIDADE.


TE AGUARDO POR LÁ SÁBADO.

terça-feira, 20 de maio de 2008

A ESTRATÉGIA PTralha para Paragominas

A estratégia do PT para as próximas eleições em Paragominas já é conhecida de todos. É sempre o mesmo discurso furado de que tá na hora de mudança e que eles governam para o "POVO" essa lenga, lenga de sempre...........pois não se sabe que tipo de mudança eles oferecem, se para melhor(que é bem difícil) ou justamente o contrário, vamos aos exemplos:
Nas campanhas eleitorais em 2002, o Lula-molusco alardeava que seria o governo das mudanças no Brasil, mudanças essas que não passaram da simples mudança de nome de projetos criados no Governo Fernando Henrique, como o LUZ NO CAMPO (virou luz para todos) BOLSA ESCOLA (virou bolsa família) ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA (agora brasil alfabetizado) e por ai vai, ou seja o governo atual produz uma grande fraude para cantar de galo no terreiro dos outros.
Não faltam exemplos deploráveis entre os PTralhas, vide o desgoverno de Ana Júlia, que até agora só entregou duas grandes obras, que o Governo Jatene deixou prontas, de resto é um festival de incompetências e atropelos mambembes. Como os constantes ataques aos setores produtivos do estado, justamente os setores que geram emprego para a população.
nós em Paragominas, temos que lutar para que esse grupo não tire das mãos do POVO DE PARAGOMINAS os avanços em educação, saúde, saneamento e alta - estima que Sidney e Adnan arduamente construíram em nossa cidade.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

MODELO DE SAÚDE TUCANO É APLICADO COM SUCESSO EM ANGOLA
















Programa iniciado com Tasso no Ceará agora melhora condições na África



Brasília (12 de maio) - Um modelo de saúde colocado em prática há 20 anos pelo então governador do Ceará, Tasso Jereissati (CE), vem dando excelentes resultados em Angola. Um dos protagonistas desse sucesso é o médico sanitarista Antonio Carlile Lavor, que em 1986 foi convidado pelo tucano para ampliar para todo o estado o Programa Agentes de Saúde. Adotada a partir do ano seguinte, a iniciativa teve tanto êxito que se estendeu pelo Brasil, por meio do governo federal, e chegou ao continente africano, onde obteve resultados excepcionais pouco mais de um ano após o início da experiência.


REFERÊNCIA


"Esse programa foi uma referência do nosso governo em uma das maiores conquistas sociais do povo cearense: a queda da mortalidade infantil, que era o símbolo da miséria da população do Ceará e do Nordeste brasileiro. Foi também o marco inicial de um gigantesco esforço do governo com a população em prol da melhoria das condições de vida, porque sem saúde não existe qualidade de vida", destacou Tasso Jereissati nesta segunda-feira. No início deste ano, relatório do Unicef destacou os frutos do programa tucano: mostrou que o Ceará é o campeão em redução da mortalidade infantil no Brasil. De 1991 a 2006, o índice caiu 71%. Reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo nesta segunda-feira mostra que em Luanda, capital de Angola, 1.700 vigilantes da saúde ajudam a mudar o perfil da saúde pública na região. O programa começou no ano passado em seis municípios angolanos e já começa a colher resultados. No ano passado, o paludismo (como é chamada a malária em Angola) deixou de ser a primeira causa de mortalidade infantil nas maternidades de Luanda. Apoiado pelo Unicef, o projeto foi pago pelo governo local: foram US$ 4,4 milhões, incluído o treinamento de mais 1.770 vigilantes até o início de 2009. Entre as atividades dos agentes, estão as visitas domiciliares para educá-las para cuidados básicos, a começar pelo tratamento da água. As ações para combater o paludismo ajudaram a despencar o número de pacientes internados: o número despencou de 3 milhões, em 2003, para 2 milhões no ano passado. No número de óbitos, a redução foi ainda maior: 7 mil mortos em 2007 contra 30 mil em 2003.O exército de vigilantes da saúde também dirige atenção especial às gestantes, que são encaminhadas para exame pré-natal regular nas Unidades Sanitárias e ganham lugar na maternidade na hora do parto. Além disso, os agentes acompanham o desenvolvimento do bebê. Para garantir a confiança das famílias, o programa reproduz o modelo brasileiro na hora de escolher os vigilantes: todos são vizinhos das pessoas que visitam. Isso foi fundamental no início do trabalho, pois a população tinha grande desconfiança em virtude da herança dos 27 anos de guerra civil.


TREINAMENTO


Carlile Lavor é um dos principais formadores de vigilantes de saúde e coordenadores de equipes. Ele se mudou para Angola com a mulher, a assistente social Miria Campos Lavor, de 65 anos. "Estamos aqui há um ano para ajudar na adoção do projeto", explicou o cearense, uma das maiores autoridades do mundo no assunto.Ele era professor de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) quando teve a idéia do sistema comunitário para promover a saúde pública. Um piloto foi implantado em Planaltina de 1975 a 1978. Depois, o médico voltou para sua cidade natal - Jucás (CE). Após ter aceito o convite de Tasso, ainda em seu primeiro de três mandatos, para comandar a secretaria da Saúde do Ceará, o médico coordenou a contratação de 6 mil mulheres à época. "Elas trabalhavam melhor com grávidas e crianças", lembrou.Os resultados cearenses foram tão bons que chamaram a atenção do Unicef. Em 1990, o fundo da Organização das Nações Unidas (ONU) deu sua chancela ao programa que, em 1991, foi adotado pelo governo federal em todo o Nordeste. "Em 1994, ele foi finalmente levado para todo o país e hoje o Brasil tem 220 mil agentes", orgulha-se Carlile, ao lembrar a postura política do governo Fernando Henrique Cardoso de ampliar a iniciativa. Em virtude dos excelentes resultados, o Governo de Angola quer agora ampliá-lo para todo o país.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Paragominas quer deslanchar zoneamento ecológico até agosto


Com 43 anos de existência, mais de 100 mil habitantes e uma área equivalente ao Estado de Sergipe, o município de Paragominas saiu na frente na implantação de ações contra o desmatamento. Ao lado da prefeitura, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) e o Ministério do Meio Ambiente (MMA) assinaram termo de cooperação técnica para a elaboração do Plano Municipal de Combate ao Desmatamento, cujo objetivo é fazer de Paragominas o primeiro município verde, com maior área certificada com espécies nativas da Amazônia.
De acordo com o prefeito de Paragominas, Adnan Demachki, a assinatura do termo de cooperação técnica marca o comprometimento do município com a sustentabilidade, mas também representa um grande desafio a ser superado. 'Nós precisamos compatibilizar desenvolvimento e meio ambiente. Em princípio, nossa meta é entregar até agosto, na Feira Agropecuária de Paragominas, a primeira parte do Plano Municipal de Combate ao Desmatamento, que será um diagnóstico ambiental. Em seguida, fazer o cadastramento das propriedades rurais, depois a finalização do plano, e então promover o zoneamento econômico-ecológico', disse.
Com o termo de cooperação técnica, a prefeitura ficou responsável pela elaboração de ações ligadas ao plano, como fiscalização e licenciamento, além do cadastro e monitoramento ambiental. À Sema cabe a avaliação dos resultados das ações municipais, bem como a disponibilidade de dados e informações.
Segundo o secretário estadual de Meio Ambiente, Valmir Ortega, a iniciativa é uma nova forma de buscar caminhos para o desenvolvimento na Amazônia. 'A participação do poder municipal serve como sinalizador de que é possível enfrentar o problema, além de ser referência a outros municípios. Hoje temos a clareza de que só é possível desenvolver se usarmos nossos recursos de maneira sustentável', afirmou.
Para o diretor de Ações para Amazônia do MMA, André Lima, a expectativa é positiva. 'Paragominas é uma referência concreta de que se pode fazer desenvolvimento sustentável. Firmamos aqui um pacto que deve ser seguido, e o Ministério do Meio Ambiente vai fazer um esforço para que ações como essa sejam repetidas em outros municípios', declarou.
O pesquisador sênior do Imazon, Aldaberto Veríssimo, responsável pela elaboração do Plano Municipal de Combate ao Desmatamento, é enfático: 'Para que o plano se realize de maneira efetiva é necessário o comprometimento de todos, um planejamento e parcerias estratégicas, além de um plano que consolide o econômico, o social e o ambiental. No Plano Municipal, já iniciamos a nossa base de dados. Vamos construir alternativas econômicas, instrumentos normativos legais para servimos de exemplo para o resto da Amazônia', explicou.
Veríssimo destaca que 55% do território de Paragominas é composto por áreas verdes - o restante é suficiente para o desenvolvimento da atividade produtiva na região. 'Dentre as ações do Plano Municipal de Combate ao Desmatamento, a prefeitura prevê o zoneamento ecológico-econômico, que irá estipular ações para as diversas áreas, levando em consideração as necessidades técnicas e as vontades políticas. Inicialmente pensamos em zonas que englobariam agricultura, pecuária, reflorestamento, manejo e outros a serem definidos', explicou.
Prefeitura e Sema também assinaram um termo de descentralização da gestão ambiental, que visa o compartilhamento da gestão ambiental no município. A prefeitura poderá realizar licenciamentos, fiscalizações e ações de educação ambiental. 'A prefeitura passa a ter compromisso na elaboração de ações no avanço da proteção ambiental', disse Demachki.
Cabe à Sema apoio técnico, avaliação dos resultados e disponibilização de dados. 'A descentralização da gestão amplia a capacidade de ação da prefeitura, que está mais perto do problema ambiental, conhece a realidade local e pode avaliar os melhores mecanismos de resposta. A Sema pode assumir sua responsabilidade no momento em que for solicitada', explicou o secretário.

sábado, 10 de maio de 2008

Funcionário da Casa Civil acusado de vazar dossiê pode se afastar ainda nesta sexta

Por conta de uma “situação insustentável”, o secretário de Controle Interno da Casa Civil, José Aparecido Nunes Pires, pode pedir alguma forma de afastamento de seu cargo na Presidência da República ainda nesta sexta-feira (9), segundo a avaliação de fontes do Palácio do Planalto ao G1.
Reportagem exibida pelo Jornal Nacional nesta quinta-feira (8) revelou que José Aparecido, tendo por base o laudo preliminar do Instituto de Tecnologia da Informação (ITI), responsável pela perícia nos computadores da Casa Civil, seria o responsável pelo vazamento das informações do dossiê, com gastos da Presidência durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso, para André Eduardo da Silva Fernandes, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB). Os dados acabaram posteriormente sendo publicados na imprensa.
O funcionário da Casa Civil ainda não apareceu para trabalhar nesta sexta-feira no Palácio do Planalto. Sua sala estava trancada e, nervosos, servidores do mesmo setor confirmaram sua ausência. O mais provável é que Aparecido retorne ao Tribunal de Contas da União (TCU), por onde ingressou no serviço público, mas também pode optar por um afastamento temporário, algum tipo de licença, ou até mesmo férias. Nestas últimas opções, ainda permaneceria oficialmente vinculado à Casa Civil. José Aparecido foi indicado pelo ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu.
A saída do funcionário da Casa Civil, neste momento, depende, porém, mais de uma ação sua do que do governo federal. As assessorias de imprensa do Palácio do Planalto e da Casa Civil não têm posição oficial sobre o assunto. Informam apenas que é preciso aguardar o término dos trabalhos da Polícia Federal, que tem prazo formal de 60 dias para apresentar resultados, e da sindicância interna instaurada pela Casa Civil, que vai até 26 de maio, sobre o vazamento dos dados.
Por Alexandro Martello, do G1, em Brasília - G1


QUEM É JOSÉ APARECIDO:


José Aparecido Nunes Pires é militante histórico do PT. Foi levado para a Casa Civil por José Dirceu, o antecessor da ministra Dilma Rousseff. Funcionário de carreira do Tribunal de Contas da União, assessorou vários deputados petistas em CPIs, entre eles Dirceu, cassado em 2005 no escândalo do mensalão. Agora ele é apontado por investigação do Instituto de Tecnologia da Informação como o responsável pelo vazamento do dossiê feito pelo Palácio do Planalto com os gastos do ex-presidente Fernando Henrique.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

O ALERTA DA RAPOSA


A questão da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol é enigmática por ser um marco na história do Brasil. Após a encenação que foi a criação da Reserva Ianomâni, a agora chamada Terra Indígena Raposa Serra do Sol retrata os compromissos de um grupo “ativista” que está ligado de inúmeras maneiras a entidades do exterior.
Este vínculo não é somente ideológico, mas também financeiro e de uma subserviência e cumprimento de ordens vindas do exterior.
As recentes palestras do General Augusto Heleno, no Programa Canal Livre da Rede Bandeirantes, na FIESP na abertura do Curso de Segurança Internacional e Defesa e no Clube Militar sempre alertando ao Brasil o que está acontecendo na Reserva Raposa Serra do Sol.
Tornou-se um assunto chave pois a questão é o nó que leva a muitos pontos. O General Santa Rosa, afastado do Ministério da Defesa, exatamente por levantar as ações das ONGs e sua perigrinação pelo Brasili levou à criação da CPI das ONGs. Ou a CPI do Google pois foi convenientemente abafada pelas ações do Ministro da Justiça Tarso Genro e a base governista.
Ora o ministro da Justiça Tarso Genro que é tão comedido com facções de irregulares mostra o punho pesado do Estado em jogar a Polícia Federal e a Força Nacional de Segurança Pública em ações midiáticas na Reserva Raposa Serra do Sol. Ação que foi suspensa, por decisão do Supremo Tribunal Federal.


Leia mais:

BANDITISMO PTralha

O PT pratica banditismo político usando o poder do Estado para se manter no poder, Augusto de Franco escreveu na Folha de ontem Quem não tem acesso online à Folha pode ler aqui. Quem ainda acha isso um exagero deve ler a Época desta semana. Ela revela que a Receita Federal escalou um filiado e candidato a vereador do PT para auditar as contas do PSDB. Auditoria que concluiu pela cassação da imunidade tributária do partido por motivos fúteis, que o PSDB contestou e vai derrubar na Justiça. Mas que vazou para a imprensa antes da conclusão do processo - a única auditoria que vazou até agora entre as feitas nos principais partidos, incluindo o PT. Quem não tem acesso online à Época pode ler um resumo da matéria no Blog do Josias.

Eduardo Graeff
http://www.e-agora.org.br/

COMO SEMPRE NÃO SABIA DE NADA



Dizem pelos corredores em Brasília, que o Lula-molusco assinou sem ler a criação da reserva Índigina Raposa Serra do Sol em Roraima e quando o falecido Governador Otomar Pinto, reclamou do tamanho exagerado da reserva, pasmem: o molusco nem sabia o que o Governador estava falando.....é mole...

terça-feira, 6 de maio de 2008

Há 15 anos, FH assumia a Fazenda e mudava a cara do Brasil

Em julho de 1994, pouco mais de um ano depois de tomar posse como ministro da Fazenda, FH lançava o Plano Real, a grande marca da passagem do tucano pelo ministério. Com ele, o índice de aumento de preços, que havia chegado a 82% em um único mês, caiu para a média mensal de 0,8%. Pelo menos nove milhões de brasileiros cruzaram a linha de pobreza com a derrubada da inflação e passaram a comer mais e melhor.A demanda fez a produção de frango crescer 86%; a de carne bovina, 35%. Já a produção de leite foi elevada em 82%. "O plano real foi o ponto de inflexão. Houve conseqüências não apenas econômicas, mas políticas e culturais. Mudou a cabeça do brasileiro", ressaltou Madeira. Para o tucano, o principal efeito da estabilidade foi beneficiar justamente a população de baixa renda. "O Real foi o grande fator de redistribuição de renda", assinalou. Para o presidente do Instituto Teotônio Vilela (ITV), Luiz Paulo Vellozo Lucas (ES), o mérito do plano foi abraçar medidas como as privatizações e a abertura da economia, inciadas em governos anteriores, tendo como "espinha dorsal a estabilidade da moeda". "Elas começaram na direção correta, mas só produziram os efeitos desejados depois da estabilização. A moeda é o tijolinho na edificação de uma economia de mercado competitiva e dinâmica. Isso faltava", afirmou.

AGENDA DO ITAMARATY

O Itamaraty divulgou a agenda de hoje de Celso Amorim. São compromissos um tanto estranhos para um ministro das Relações Exteriores. Segue o texto oficial do Itamaraty para que o leitor divida o espanto com o colunista:

Celso Amorim "acompanha o senhor Presidente da República em visita e inauguração do Hospital de Urgência de Teresina, Dr. Zenon Rocha; acompanha o Senhor Presidente da República em visita e inauguração do Centro Integrado de Reabilitação (CEIR); e em cerimônia de Assinatura de Ordens de Serviço de Início de Obras do PAC, de lançamento da Bolsa Formação e Plano Habitacional para Policiais no Piauí e de Lançamento do Pacto do Territórios da Cidadania no Piauí".

GOVERNADORA DILMA

Entre petistas, há uma especulação correndo sobre Dilma Rouseff: se ela não emplacar como candidata à presidência, poderá ser a opção do PT para o governo do Rio Grande do Sul. Te cuida, Tarso Genro.

ARTIGO DO FERNANDO HENRIQUE

Inventar o futuro







Por Fernando Henrique Cardoso





Na segunda-feira da semana passada participei de um encontro em Santiago para comemorar os 60 anos da Cepal. Na ocasião, Alain Touraine fez uma conferência admirável, na qual reviu a contribuição de Raul Prebisch e seus seguidores para a compreensão da América Latina. Sumariou os avanços obtidos na região nas áreas econômica, social e política, com destaque para os avanços havidos no Chile e no Brasil graças, segundo o conferencista, à continuidade de administrações social-democratas. Entretanto, o que mais chamou minha atenção foi a ênfase posta na contribuição da Cepal dos anos 50 e 60, com as necessárias adaptações posteriores, para "inventar a América Latina".A busca de convergência de opiniões sobre as formas de acelerar o crescimento econômico e a própria noção de que haveria um caminho - talvez um destino - comum se tornaram idéias-força. O debate intelectual e político da região se organizava a favor ou contra elas. Nos dias que correm, de globalização econômica e de fragmentação de interesses, é difícil crer que os caminhos dos países continuem convergentes ou que sejam os mesmos. A própria ênfase no "desenvolvimento para dentro" precisa ser ampliada para tomar em conta o que Touraine sublinhou: a perspectiva correta para entender os processos em marcha na América Latina não dispensa o marco global.É inegável, porém, que a invenção do futuro continua a ser tarefa instigante a desafiar intelectuais, políticos e homens práticos de cada país. No caso do Brasil, a economia assumiu tais proporções e se integra tão velozmente ao sistema global que as ridículas controvérsias do passado desapareceram da cena, pelo menos no que diz respeito às instituições e às políticas econômicas. Bastam poucos exemplos: ninguém se apercebeu na área política de que o governo Lula rompeu o monopólio dos seguros que era exercido pelo Instituto de Resseguros (IRB). No governo passado este mesmo processo foi emperrado por enorme gritaria e uma série de medidas judiciais movidas pelo PT e adjacências alegando, com os mais atrasados argumentos, que a quebra daquele monopólio feria o interesse nacional... Mais expressiva ainda é a justa alegria presidencial para comemorar o fato de que uma empresa de avaliação de riscos classificou o País no primeiro degrau da caminhada para considerar seguros os investimentos feitos aqui (o investment grade). No arrazoado da empresa avaliadora há referências explícitas a que isso se deve às políticas básicas (metas inflacionárias, câmbio flutuante e Lei de Responsabilidade Fiscal) postas em marcha pelo governo passado e continuadas no atual, depois de uma transição de mando civilizada e ordenada.Se na área econômica inventamos um caminho que continua a dar alento ao País e vem sendo ampliado pelo atual governo, não é o caso de se perguntar, numa arremetida para o futuro, se não terá chegado a hora para buscar convergências nacionais que nos levem mais depressa a um futuro melhor? Ou nos contentaremos a ver o mercado financeiro vibrante e uma economia real que começa a se mover, embora ainda encontre obstáculos para se firmar no quadro da globalização competitiva, bloqueados pela falta de coesão na sociedade, pela violência, pela impunidade, pela corrupção, pelo descrédito dos partidos e tudo o mais?O descompasso que existe hoje entre o mercado e a Nação, e mesmo entre a opinião pública (dos que se informam, criticam e tomam posição) e a opinião nacional (dos que vêm seus níveis de vida melhorarem a despeito das carências na escola, no hospital, na delegacia, no tribunal e onde mais seja), bem pode ser diminuído, se não superado, se houver convergência política, um certo consenso, em áreas críticas situadas mais além do mercado, cravadas na vida cotidiana, na sociedade, ou na vida política, nas instituições. Houve tempo em que era moda buscar-se um "Pacto de Moncloa". A moda dos pactos passou, mas não a necessidade de convergências básicas em torno de algumas metas que orientem o futuro, embora não impliquem necessariamente alianças eleitorais entre partidos.Só para exemplificar: não seria possível um consenso mínimo nas regras eleitorais para evitar que cada novo governo fique prisioneiro do "fisiologismo de plantão", correndo o risco, como agora, de tomar gosto por ele? Não seria possível definir uma política energética comum, tendo em vista as potencialidades do etanol e as descobertas de consideráveis reservas de petróleo? Não poderíamos buscar consenso sobre que taxação cabe às novas explorações, que não sufoque o apetite por investir, mas assegure recursos para áreas críticas, mesmo sem a perfeição norueguesa de pensar no uso pelas gerações futuras de um "fundo de petróleo"? Não daria para abrir a discussão nacional sobre as áreas prioritárias para utilizar os ganhos petrolíferos futuros (educação, Previdência?). E a imperiosa necessidade de aumentar o profissionalismo nas carreiras burocráticas vai continuar postergada, com cada vez mais militantes ocupando cargos de confiança? E até quando as agências regulatórias continuarão a fazer parte do butim político? Não dá mesmo para ter regras mais claras que organizem as Parcerias Público-Privadas nas obras de infra-estrutura? Ao mesmo tempo, não pode haver maior rapidez nas concessões de geração de energia? Finalmente, para a lista não ser longa: não se pode buscar uma coalizão ao redor de pontos mínimos para uma reforma tributária?Isso tudo requererá, ademais, que se ofereça um modelo de sociedade futura com algumas garantias básicas para as pessoas: segurança pública efetiva, acesso à escolaridade e à Justiça, fim da impunidade, universalização da Previdência, com o término das escandalosas desigualdades de remuneração entre categorias de pensionistas, e assim por diante.Sem falar no fim dos abusos cometidos por uma crosta sindical que usa o dinheiro público para promoção própria, sem qualquer benefício para a massa de trabalhadores.Para tanto é preciso virtude e desprendimento. Não sufocar no nascedouro, como ainda agora em Belo Horizonte, qualquer entendimento entre forças do mesmo campo, nem alentar manobras continuístas e muito menos encobrir práticas policialescas que nem o regime militar ousou para desmoralizar os adversários. Será que existe algum fiapo de realismo em se propor que, apesar de tudo, não renunciemos a pensar grande, a inventar o futuro? Não sei, mas com ou sem realismo, se não se alenta a esperança, como produzir uma sociedade cujos cimentos não se apóiem apenas no mercado e na demagogia?





Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, foi presidente da República





O Estado de S. Paulo