PSDB

"Longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas"



quinta-feira, 29 de maio de 2008

COMERCIAL CENSURADO PELO GOVERNO

VOCÊ AINDA NÃO TINHA VISTO O COMERCIAL CENSURADO PELO GOVERNO?
POIS É... ELE FICOU EM EXIBIÇÃO APENAS DOIS DIAS, ATÉ O NOSSO "DEMOCRÁTICO" GOVERNO FAZER AMEAÇAS E MANDAR TIRÁ-LO DO AR.
ELES TIRAM, NÓS PASSAMOS.

A quadrilha está quase completa.


Esse preenche todos os requisitos exigidos pelo desgoverno que aí está.

Em 1969, novo ministro do Meio Ambiente era assaltante, comandado por Dilma

Marina Silva, como se sabe, não se bicava muito com Dilma Rousseff, a ministra da Casa Civil. Agora, com a ida de Calos Minc para o Meio Ambiente, Dilma ganha um antigo aliado. E que aliado!
Eles foram companheiros de armas na organização terrorista VAR-Palmares. Na prática, Dilma era sua chefe. Minc, cujos codinomes eram 'Jair', 'Orlando' e 'José', participou diretamente do famoso assalto ao 'cofre do Adhemar': na noite de 18 de julho de 1969, os terroristas invadiram a casa de Anna Gimel Benchimol Capriglione, amante do ex-governador de SP Adhemar de Barros, e levaram um cofre com US$ 2.800.064 (Sim! Quase 3 milhões de dólares!), dinheiro que aliás, nunca mais apareceu, nem mesmo na contabilidade da subversão...
Dilma era o cérebro da operação, junto com Carlos Franklin Paixão de Araújo, mas ela não participou diretamente do assalto porque era considerada 'muito importante' para correr tanto risco.
Minc participara antes, no dia 31 de março de 1969, do assalto ao banco Andrade Arnaud, de onde foram levados 45 milhões de cruzeiros.
Na ação terrorista, o comerciante Manoel da Silva Dutra foi assassinado.

LEIA COM ATENÇÃO PRA SABER QUEM É JULIANA

recebir por e-mail...muito interessante.

Belém, Terça, 20/05/2008.



JULIANA, do passado ao presente, a realidade.

Juliana foi uma menina que muitas gostariam de ser. Bonita, sapeca que só ela, namoradeira, boa de arrasta-pé, enfim, nela havia de tudo um pouco.
Amada pelos pais e irmãos que despertava, entre uma traquinagem e outra, despertava entre todos um misto de curiosidade e orgulho por seus périplos às vezes bastante ardilosos.
Estudou na escola das elites de Macondo, aquela terra provinciana lá nos confins do mundo a qual decidiu estabelecer-se e conquistá-la para si num futuro muito próximo. Mostrou-se combativa frente as mazelas sociais, fruto do pensamento adquirido nas aulas de OSPB. Logo se apaixonou pelo professor, coisa de menina levada da breca, mas seus planos eram bem maiores e então tal paixão logo se esvaiu.
Na universidade conheceu Marx, que a preencheu de teoria socialista. Era briguenta, marrenta, aquela que empunhava a bandeira de luta pela melhoria do serviço público com qualidade e tudo mais que exigisse uma paralisação, um piquete, uma ocupação de prédio, fechamento de rua, lá estava Juliana à frente com palavras de ordem, esgoelando-se debaixo de sol ou chuva.
Graduou-se, prestou concurso público, foi aprovada, migrou rapidamente para a luta sindical onde logo assumiria a frente de luta. Ainda cheia de pensamento marxista, lutava contra a ordem estabelecida gritando para o vento norte e os quatro cantos do planeta que tinha um projeto contra a 'praga' do capitalismo. Doce ilusão.
Em sua trajetória de luta - e como foi à luta -, a piqueteira era sempre a número um numa batalha. Numa greve então, nossa!
Finalmente, entre idas e vindas, ludibriou seu povo, foi de tudo um pouco, começando por baixo. Chegou ao poder anos mais tarde, sem ter projeto político, apenas projeto de poder, coisa que seus antecessores tentaram de se entronizar durante vários anos, repetindo em partidas dobradas o poder de sua terra, Macondo. A tônica era fazer do seu feudo a terra de onde, quem sabe, um dia chegaria à presidência de seu país. Trabalhas? Ora, trabalhar de verdade não era tudo na vida, pois sempre há milhares a quem ludibriar e conseguir espaço no Planalto num cargo eletivo qualquer, desde que lhe conferissem poder.
Tinha também um projeto de ajuda aos seus, mas não aqueles seus mais necessitados - os quais ela beijava suados e ganhava seus votos -, mas os seus de casa, os mais chegados, que incluíam uma penca de ex-maridos, ex-namorados, ex-tudo, cunhadas, irmãos e até as sogras poderiam ter vez e alento de um DAS nas tetas de Macondo.
Juliana, hoje no poder, esqueceu-se do passado, cospe e espezinha aqueles que tanto acreditaram nela. Fala com soberba de sua glória no Olimpo, onde se sente uma deusa. Afinal, é boa de discurso, sabe a arte de ludibriar como poucos políticos sabem enganar para ganhar uma batalha. Agora, açoita desde os justos até os mais fracos. Achando-se a rainha de copas, mandou cortar a cabeça de quem se atreva levantar a cabeça, dá de costas a pobres profissionais da educação do seu povo, para qual não está nem aí.
Juliana traiu seu povo, seus eleitores, só pensa em se perpetuar no poder. Para isso, fecha acordos com antigos inimigos que se tornam amigos desde a infância, a quem chama de amigo. Já em relação aos profissionais de educação, a quem considera meros mortais, age no sentido de matá-los de fome num projeto de longo prazo. Prometeu-os antes das eleições que seria a mulher que faria a diferença e recuperaria suas perdas salariais. Doce ilusão, um engodo que deixa a todos muito triste.
Seu povo observa atônito a piqueteira colocando-os para correr entre ações de sua guarda que usa spray de pimenta, senta o porrete no lombo, mandam balas, e haja bala, sobre aqueles que ousam lhe enfrentar.
Covardes e traidores são sempre iguais, usam de ardil para ludibriar, mas se esquecem que terão seu lugar na história, relegados ao ostracismo, tal qual aconteceu com seus antecessores dos quais ninguém quer nem ouvir falar, por causa dos mesmos erros que cometeram.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

SERRANO DIZ QUE DILMA MENTIU


Serrano defende prorrogação da CPI e diz que Dilma mentiu em depoimento


GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília



A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), presidente da CPI dos Cartões Corporativos, disse nesta terça-feira que a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) mentiu ao prestar depoimento à Comissão de Infra-Estrutura do Senado em abril quando disse que o governo não montou dossiê com informações de gastos da gestão Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Serrano disse que houve um dossiê montado pela Casa Civil, o que justifica que a CPI continue suas atividades por mais 30 dias para investigar o caso.
"Houve um dossiê, portanto a ministra Dilma não disse a verdade quando afirmou na comissão que não houve dossiê. Não sabemos quem mandou fazer e o objetivo com que foi feito. É um crime fazer dossiê, resquício do Estado arbitrário. Precisamos de tempo para responder a essas perguntas", afirmou.
Serrano fez um apelo para que os integrantes da CPI aprovem o requerimento para uma acareação de José Aparecido Nunes Pires, ex-secretário de controle interno da Casa Civil, e André Fernandes, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Os dois prestaram depoimento à comissão na semana passada, mas, segundo a presidente da CPI, deixaram pontos contraditórios sobre o v
azamento do dossiê sem explicações. Aparecido é acusado de enviar o dossiê para Fernandes, por e-mail.
"Negar a acareação não é decente. Não compactuamos com nenhum acordo, temos que garantir que a verdade venha à tona inclusive com a lembrança ética do senador Jefferson Péres [morto na última sexta-feira]", defendeu Serrano.


segunda-feira, 26 de maio de 2008

A NOVA


A FRASE MAIS FALADA E OUVIDA EM NOSSO CONGRESSO REGIONAL DO PSDB REALIZADO DIA 24 DE MAIO EM PARAGOMINAS:


ANA JÚLIA JATOBÁ, A MADASTRA DO PARÁ. RSRSRS MUITO BOA