
Após meses de debate internos a Convenção do PSDB, com chapa única, escolheu Alckmin como o candidato oficial do PSDB na Capital.
A chapa “Democratica”, que defenderia a manutenção da aliança, fora retirada na madrugada do Sábado para Domingo.
Agora todas as correntes deverão reunir forças contra o adversário comum: o PT do Mensalão e da Martaxa.
A redação.
O ex-governador Geraldo Alckmin afirmou neste domingo, durante convenção que oficializou sua candidatura à Prefeitura de São Paulo, que é natural um partido forte como o PSDB ter posições divergentes, mas destacou que as “divergências acabaram”.
Ontem, o grupo tucano pró-Kassab decidiu retirar a chapa inscrita na convenção com o propósito de apoiar a reeleição de Gilberto Kassab (DEM).
“É muito natural que, num partido forte como o PSDB, haja posições divergentes. Mas o tempo da divergência acabou. Eles [os vereadores kassabistas do PSDB] todos contarão comigo. Vou trabalhar por eles e a nossa bancada vai crescer”, afirmou Alckmin.
A chapa “Democratica”, que defenderia a manutenção da aliança, fora retirada na madrugada do Sábado para Domingo.
Agora todas as correntes deverão reunir forças contra o adversário comum: o PT do Mensalão e da Martaxa.
A redação.
O ex-governador Geraldo Alckmin afirmou neste domingo, durante convenção que oficializou sua candidatura à Prefeitura de São Paulo, que é natural um partido forte como o PSDB ter posições divergentes, mas destacou que as “divergências acabaram”.
Ontem, o grupo tucano pró-Kassab decidiu retirar a chapa inscrita na convenção com o propósito de apoiar a reeleição de Gilberto Kassab (DEM).
“É muito natural que, num partido forte como o PSDB, haja posições divergentes. Mas o tempo da divergência acabou. Eles [os vereadores kassabistas do PSDB] todos contarão comigo. Vou trabalhar por eles e a nossa bancada vai crescer”, afirmou Alckmin.
O tucano destacou ainda que a decisão da bancada kassabista de retirar a chapa não teve interferência de cima. “A decisão da minha candidatura veio da base.”
Ele afirmou também que a participação do governador José Serra (PSDB) em sua campanha será decisiva. “Eu sempre apoiei o Serra, não tenho nenhuma divergência política contra ele. O Serra terá papel decisivo para a campanha.”
Alckmin disse que não criticará o atual governo durante a campanha e que apresentará propostas, principalmente, para solucionar o problema do trânsito e do transporte público na cidade.
“Eu não vejo o Kassab como adversário político e respeito o DEM pela candidatura própria”, disse. Ele voltou a afirmar que, se eleito, cumprirá o mandato de quatro anos.
Convenção
A bancada kassabista do PSDB na Câmara Municipal de São Paulo decidiu não participar da convenção tucana que referendou o nome de Alckmin à prefeitura da capital paulista.
“Estamos chateados pois estamos trabalhando contra nossa tese, mas a decisão não foi por imposição, fomos convencidos a recuar em favor de um bem comum”, disse o líder tucano na Câmara dos Vereadores, Gilberto Natalini. “Abdicamos de uma vitória certa”, reiterou.
Segundo ele, mais de 500 delegados do PSDB já tinham se comprometido a votar pela chapa democrática. Ele afirmou que o grupo pró-Kassab atendeu ao apelo do presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE).
Natalini disse ainda que Serra não participou diretamente da decisão da bancada. O vereador também falou sobre a reação de Kassab à decisão. “Kassab tem conduzido o programa do PSDB no governo de forma irreparável. Ele tomou uma decisão de distância e não houve nenhum constrangimento.”
Segundo Natalini e o secretário de Esportes de São Paulo, Walter Feldman, os secretários tucanos da gestão Kassab ficam na prefeitura até o final do mandato. “Vamos continuar a apoiar o governo em São Paulo comandado pelo democrata Kassab. A cidade não pode ser traída por uma debandada tucana”, afirmou o vereador.
Feldman, por sua vez, disse que, a partir de agora, os vereadores tucanos apoiarão a decisão do PSDB e que o partido vai unido na disputa para derrubar a adversária do PT, Marta Suplicy. “É uma situação de tristeza e perplexidade. Muitos militantes do PSDB se viram sem uma chapa para votar.”
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